Postado por: Izabella de Araújo Menardi
O conceito de inteligência é visualizado em vários parâmetros dentro da psicologia. Antigamente, esse conceito tinha sentido hereditário, portanto, se seus pais fossem inteligentes, você também seria. Porém com estudos e avanços referentes a inteligência, sabe-se que não é uma questão genética. Por considerá-la além de genética e de conhecimentos acadêmicos limitados, a psicologia abandonou termos como “capacidade mental” ou “aptidão” para definir inteligência. Atualmente, termos utilizados para a definição de inteligência abrangem vocabulário, habilidades diferenciais e cognição.
Em relação a aprendizado acadêmico, há grande dependência
do método de ensino e didática. Por conta disso, muitas vezes alunos acabam
tendo baixa adesão de conteúdo. É importante manter diálogo com os professores
para que saibam das dificuldades enfrentadas dentro da disciplina. E manter
socialização com seus colegas de turma para ter apoio, tanto emocional, quanto
acadêmico.
Em vista do que foi
descrito, o método de ensino online agrava no principal meio interferente de
aprendizado, o método de ensino e a didática. Para que o ensino não seja
completamente defasado, é crucial o diálogo com os professores, para pontuar
críticas negativas e positivas quanto ao aprendizado durante o sistema remoto.
Manter contato com seus colegas de classe, também pode auxiliar a realização
das atividades com menor dificuldade, ao tirarem dúvidas um do outro. Por fim,
deve-se lembrar que a inteligência do indivíduo não é dependente apenas de
conhecimentos acadêmicos, portanto, a dificuldade de aprendizado em determinada
disciplina não define parâmetros de inteligência. Outro ponto a ser destacado é
a aprendizagem de diferentes habilidades que não estão relacionadas
estritamente com as habilidades acadêmicas. Durante esses tempos, a habilidades
de comunicação social por meio de mídias e contato online foram desenvolvidas,
além de por vezes, aprendermos e tentarmos realizar outras atividades que não
fazíamos antes (como testar novas receitas, novos jogos, seguir exercícios em
vídeos, descobrir novos hobbies e outros). Assim, o desenvolvimento da
inteligência e percepção desta está para além de notas e conhecimento
acadêmico, se fazendo pertinente o autoconhecimento “eu realmente não realizei
nada novo ou diferente do habitual nesse tempo de pandemia?”.
Referências
OLIVEIRA,
Dayane Mayara Souza et al. Fracasso escolar: visão de acadêmicos de
licenciatura de uma universidade pública do município de Cuité-PB. 2014.
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